Estou pensando seriamente em publicar meus originais no fictionpress.com. Já publiquei um pequeno rascunho lá, ainda não vi qual é a taxa de visualização, mesmo porque era só um texto meio estranho que eu não saberia definir o que é exatamente.
Mas o que eu estou pensando em publicar são duas histórias que estão bem próximas do meu coração, duas histórias que eu gosto demais e que, talvez, essa seja a única forma de eu realmente escrevê-las, se eu tiver alguém para ler. Ainda estou pensando, mas estou seriamente propensa a fazer isso mesmo.
domingo, 14 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
Procrastinação
Estou em um daqueles dias horríveis que eu tento de tudo para não escrever uma linha. Não é bem uma coisa consciente, porque eu tenho vontade de escrever. A questão é que o resto das coisas começa a parecer tão atrativo que eu corro para fazer todo o resto ao invés de fazer o que eu deveria. Daí, vai para o ralo as 1.500 palavras, só porque eu fico enrolando.
Hana
Hana
sexta-feira, 12 de março de 2010
Para pensar...
"A única coisa que um autor tem de verdadeiramente próprio é o corpo; o seu texto talvez não passe de paródias entrelaçadas, acumuladas, expandidas ou superpostas, pando. Em cada autor há uma série de pequenos autores."
(Autran Dourado, citado por Raimundo Carrero em "Os segredos da ficção")
quinta-feira, 11 de março de 2010
As 1500 palavras...
Parece ser um consenso, todos os autores de livros sobre escrever que eu já li até hoje falam sobre criar um hábito. Escrever algumas páginas por dia ou um determinado número de palavras. Eu sou adepta das 1.500 palavras.
Por que 1.500? Em um toque você escreve 200, 350 palavras. Sem pensar você consegue escrever números pequenos. Para escrever 1000 palavras você precisa de um pouco mais de elaboração. Para escrever 1.500 você tem que avançar um passo, você tem que dar significado para o que seriam apenas palavras soltas. Elas não te forçam demais, mas elas forçam um pouco os seus limites.
Eu li em algum lugar que um grande autor de língua inglesa escrevia todos os dias em horário comercial. Era quase como se ele batesse ponto. Se ele estava escrevendo e o tempo acabava, ele parava, ainda que fosse no meio da frase, ou no meio da parava. Ele não completava o pensamento. O único dia que ele não escrevia, era o domingo, porque era "o dia do Senhor".
Imagino como deve ser passar tanto tempo escrevendo de uma vez só. Talvez um dia eu ponha em prática, só por curiosidade.
Hana
Por que 1.500? Em um toque você escreve 200, 350 palavras. Sem pensar você consegue escrever números pequenos. Para escrever 1000 palavras você precisa de um pouco mais de elaboração. Para escrever 1.500 você tem que avançar um passo, você tem que dar significado para o que seriam apenas palavras soltas. Elas não te forçam demais, mas elas forçam um pouco os seus limites.
Eu li em algum lugar que um grande autor de língua inglesa escrevia todos os dias em horário comercial. Era quase como se ele batesse ponto. Se ele estava escrevendo e o tempo acabava, ele parava, ainda que fosse no meio da frase, ou no meio da parava. Ele não completava o pensamento. O único dia que ele não escrevia, era o domingo, porque era "o dia do Senhor".
Imagino como deve ser passar tanto tempo escrevendo de uma vez só. Talvez um dia eu ponha em prática, só por curiosidade.
Hana
quarta-feira, 10 de março de 2010
Outros hábitos
É bom não ficar com a cabeça só em histórias, que a gente fica maluquinho da vida. Estou investindo em alguns outros hábitos para distrair a mente. Um deles é bater fotos. Como às vezes eu não tenho outra coisa para bater fotos de, acaba que o computador está cheio de fotos da minha cachorrinha. Mas quem é que pode me culpar? Ela é linda! (Pareço mamãe coruja)
segunda-feira, 8 de março de 2010
Uma folga...
Estou trabalhando em um rascunho que está ficando meio estranho. É meio que uma experiência, estou deixando a personagem narrar tudo e contar a história. Estou tentando não pensar em nada com antecedência, o que sai na hora é o que saiu. Sem planos, sem nada.
O maior problema que eu estou enfrentando é que eu não sei se eu gosto dela. Nós somos diferentes demais. Se colocassem nós duas na mesma sala, a gente não iria ter assunto nenhum.
O maior problema que eu estou enfrentando é que eu não sei se eu gosto dela. Nós somos diferentes demais. Se colocassem nós duas na mesma sala, a gente não iria ter assunto nenhum.
domingo, 7 de março de 2010
A Torre Negra
Estou terrivelmente viciada em A Torre Negra do Stephen King.
A narrativa envolve de um jeito, que te transporta para aquele mundo esquisito. Não é só isso, tem também um herói muito interessante, Roland, que é o eixo que segura a história e os personagens juntos. Ele não sempre segue a moral (talvez ele apenas siga a moral dele), algumas vezes ele parece frio e duro como pedra. Toma o pior tipo de decisão porque o que conta é o objetivo dele, que é encontrar a tal da Torre Negra. Não quer dizer que depois ele não sinta pesar pelas decisões, mas com certeza ele não sente arrependimento. É um daqueles grandes personagens.
Ainda estou no livro 4 de 7. Estou lendo em inglês por dois motivos: 1 encontrei os quatro primeiros livros no sebo; 2 é caro para burro comprar eles em português. O livro 5 tá em torno de 90 reais. Ainda não sei como eu vou fazer quando chegar no final do livro 4, talvez eu encomende na Saraiva a versão em inglês. Pelo menos eles têm esse aqui no Brasil e não precisam trazer de fora. Já esperei um livro por 2 meses, até que eles conseguissem importar a coisa.
Se você tem como conseguir, é um livro que eu recomendo 100%. Leia, devore.
Apenas preste a atenção de conseguir uma versão recente pelo menos do primeiro livro. O Stephen King fez uma revisão e teve algumas coisas que mudaram. Me falaram alguma coisa entre 30 páginas que foram adicionadas, eu não sei ao certo. Mas isso é importante mesmo! Porque dizem que ele mudou o final! Eu ainda estou degladiando com o audiobook da versão revisada do primeiro livro, ainda não cheguei nessa parte.
De qualquer forma, esse tem o selo de aprovação da Hana. É o meu novo favorito.
A narrativa envolve de um jeito, que te transporta para aquele mundo esquisito. Não é só isso, tem também um herói muito interessante, Roland, que é o eixo que segura a história e os personagens juntos. Ele não sempre segue a moral (talvez ele apenas siga a moral dele), algumas vezes ele parece frio e duro como pedra. Toma o pior tipo de decisão porque o que conta é o objetivo dele, que é encontrar a tal da Torre Negra. Não quer dizer que depois ele não sinta pesar pelas decisões, mas com certeza ele não sente arrependimento. É um daqueles grandes personagens.
Ainda estou no livro 4 de 7. Estou lendo em inglês por dois motivos: 1 encontrei os quatro primeiros livros no sebo; 2 é caro para burro comprar eles em português. O livro 5 tá em torno de 90 reais. Ainda não sei como eu vou fazer quando chegar no final do livro 4, talvez eu encomende na Saraiva a versão em inglês. Pelo menos eles têm esse aqui no Brasil e não precisam trazer de fora. Já esperei um livro por 2 meses, até que eles conseguissem importar a coisa.
Se você tem como conseguir, é um livro que eu recomendo 100%. Leia, devore.
Apenas preste a atenção de conseguir uma versão recente pelo menos do primeiro livro. O Stephen King fez uma revisão e teve algumas coisas que mudaram. Me falaram alguma coisa entre 30 páginas que foram adicionadas, eu não sei ao certo. Mas isso é importante mesmo! Porque dizem que ele mudou o final! Eu ainda estou degladiando com o audiobook da versão revisada do primeiro livro, ainda não cheguei nessa parte.
De qualquer forma, esse tem o selo de aprovação da Hana. É o meu novo favorito.
Assinar:
Postagens (Atom)