segunda-feira, 31 de maio de 2010

Morrendo de rir porque é verdade

Pois é, pessoal. Outro blog, aquele que eu fiz para ver se iria ter mais visitar que esse só por causa do conteúdo, adivinhe, está com o dobro de visitas. Então, acho que posso falar com toda a categoria que sexo, realmente, vende.
Só que a questão é que internet é uma coisa tão anônima. Uma coisa é você publicar umas coisas picantes e outra pessoa ler. Outra coisa é a pessoa ir numa livraria e comprar um livro que seja erótico. Eu não estou falando nem de pornográfico aqui, é erótico mesmo.

sábado, 29 de maio de 2010

Palavras e mais palavras

Urso polar atacando novamente! (quem me conhece sabe o que isso significa)
Estou escrevendo! 12 páginas até agora e sem me preocupar se está bom ou não. Quero manter isso. Como eu sou a minha pior inimiga, não quero colocar crítica no que é só um rascunho. Manter a bola para frente, manter a história para frente, manter a vida para frente.
O que eu quero é poder escrever essa história com esses personagens sem me preocupar como como ela está saindo. Como dizia um autor de livro sobre escrita criativa, você pode melhorar uma página ruim, mas você não pode melhorar uma página não escrita. Quero pensar que eu sou boa em melhorar as coisas.
Outro conselho e esse eu quero levar mais a sério, é dedicar ao menos uma hora por dia para a história, mesmo que eu não escreva nada, nem que seja só para reler e fazer anotações. Mais uma vez, melhor deixar para consertar depois que já estiver escrito, do que ficar pensando no quanto ainda precisa evoluir.
Estou também com uma teoria estranha sobre blogs. É a teoria de que sexo vende. Criei outro blog, com um nome aleatório e vou publicar uns contos mais ou menos eróticos para ver se dá mais visitas do que esse blog. É um experimento científico. Já estou me matando de rir. Tenho certeza de que eu estou certa. Afinal, não é a prostituição uma das profissões mais antigas do mundo?

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Minha maior inimiga

Eu sou quem mais me atormenta. Sou eu quem fica criticando o que eu faço, querendo que tudo seja mais perfeito do que qualquer coisa que eu possa fazer. Sou eu quem estabeleço os padrões para mim e sempre acho que não os atinjo.
Sou eu quem me sabota e não ninguém. Sou eu quem diz que eu sou incapaz de fazer as coisas.
Quem acha que perfecionismo é uma coisa boa, não é perfecionista de verdade.
Tentando colocar os pensamentos no lugar, mas ainda não consegui chegar àquele ponto perfeito em que a história flui. Isso me atormenta.
Bom, da mesma forma que eu tenho que lidar com as minhas mudanças de humor, eu também tenho esperança de que isso vá passar. Tenho a esperança que eu consiga ser menos perfecionista.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

O elefante na sala

Sabe quando uma coisa na cabeça fica tão grande que você não consegue pensar em outras coisas? É isso que está me acontecendo essa semana.
Tenho que escrever um parecer no trabalho sobre uma coisa que eu não concordo e que eu não tenho certeza se está certa ou não. Estou querendo escrever contra o caso, mas a verdade é que eu não sei se a coisa foi feita certa ou não.
Engraçado. Escrever isso aqui já me faz perceber que eu tenho que passar a peteca para outra pessoa. Não é certo me preocupar sozinha. Eu nem tinha percebido que eu estava preocupada.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Oscilações

Oi, gente

Estou em um humor meio flutuante. Cheia de energia para outras coisas que não escrever no Blog. Tenho que ficar me dizendo: "coloca pelo menos uma linha para o pessoal saber que eu não parei de escrever."
Estou fazendo uns rascunhos extremamente de torturar personagens. Estou escrevendo, mas não o que eu gostaria de estar escrevendo. São coisas que saltam para a mente e que tornam impossíveis de escrever qualquer outra coisa.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Hana e os Personagens 2: Questões de Linguagem

Linguagem é uma coisa que me faz gastar bastante tempo quando eu estou rascunhando. Não a linguagem no sentido gramatical da coisa, mas a linguagem como manifestação do personagem. Isso me pega bastante, porque eu acho que a linguagem é a única maneira que eles têm para se manifestar no mundo.

Eu encontro um problema sério em deixar o personagem se expressar. Eu odeio escrever gramaticalmente errado. Absolutamente odeio. E, ao mesmo tempo, eu quero que os personagens tenham voz. Quando eu reescrevo, então, eu tento corrigir os problemas da língua falada quando posta no papel. Ainda assim, eu quero manter o ritmo de fala. O que acontece, então, é que eu "escuto" o personagem dizer "tá bem", penso "está bem" e escrevo "tudo bem". Depois de um tempo, o ritmo da fala de alguns personagens fica forte na cabeça e eu não preciso mais fazer essa fórmula. Já sai naturalmente pela prática. Mas essa prática precisa ser refeita a cada personagem, para cada nova história.

Esse é o meu maior problema com a Ana Maria (da minha historinha que está no fictionpress.com, "Uma questão de identidade", que toda hora eu penso se o título não está errado, que na verdade ele seria "A questão da identidade"). Ana Maria não é uma personagem que eu me dei bem no começo. Além de achar que nós não temos nada em comum, às vezes eu acho que ela não é exatamente uma garota brilhante. Isso reflete na linguagem dela. Só que estou percebendo que ela pensa rápido. Às vezes até rápido demais, porque a linguagem não consegue acompanhar a rapidez de raciocínio.

A narrativa, então come palavras, abrevia, faz de tudo para sair rápida como a língua dela. Minha vontade é de arrancar os cabelos, porque ela fala "devia" ao invés de "deveria", ela fala os "tá bem" que me atormentam tanto com outros personagens. Só que eu percebo que se eu editar a linguagem dela, se eu tentar barrar os impulsos da linguagem dela, ela não vai ser a Ana Maria.

Acho que a única solução que existe é aceitar, porque eu não quero mudar quem ela é.