Oi, pessoal!
Percebi que faz muito tempo que eu não faço uma lista. Resolvi fazer uma útil (aproveitando o fato de que eu estou em greve e não existe nada melhor para matar o tempo do que escrever uma lista).
Minha lista hoje é de livros de escrita criativa, ou crítica literária, ou coisas do gênero.
1. Oficina do escritor, Stephen Koch (um dos melhores para quem quer destravar a escrita)
2. Escrevendo com a alma, Natalie Goldman (o melhor para exercícios).
3. Para ler como um escritor, Francine Prose
4. Como funciona a ficção, James Wood (grande crítico, não o ator. O ator é Woods).
5. Preparação para o Romance, vol. 2. Roland Barthés (eu li o volume 1 e o 2. Não precisa. O volume 2 é o volume 1 mais coisas).
6. Jornada do escritor. Christofer Vogler (bom para resolver problemas de trama)
7. As raízes históricas dos contos maravilhosos, Vladimir Propp.
Esses são os que eu me lembro agora. Tem mais alguns que eu poderia colocar, mas quis colocar só aqueles que eu li. :)
Bjs
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terça-feira, 10 de julho de 2012
sexta-feira, 6 de março de 2009
Não sendo Mallarmé
Estava lendo um livro e o autor escreveu sobre esse tal de Mallarmé, que eu nunca tinha ouvido falar. Aparentemente, o sujeito passou vinte e cinco anos escrevendo sobre o Livro que queria escrever e nunca escreveu o Livro, propriamente dito.
Fiquei pensando na quantidade de coisas que eu escrevo, a quantidade de anotações que eu faço sobre histórias e... eu não quero que isso aconteça comigo. Então, estou dando uma pausa nas anotações. Vou escrever é as histórias. Nem que eu tenha que escrever bem devagar para fazer as ideias fluírem.
Decidi, também, escrever apenas uma coisa de cada vez. Escrever de uma forma relaxada e constante. Estabelecer objetivos e metas e cumpri-los. Se vou, ou não, escrever mais fanfictions, eu não sei. O que eu sei é que ainda existe o desejo de fazer isso. Ainda há histórias que eu não escrevi e que eu gostaria de ver escritas. Se eu escrever, porém, será uma experiência pessoal. Quer dizer, é claro que eu publicaria no fanfiction.net. O que eu quero dizer é que eu estaria escrevendo de mim, para mim. Meio egoísta assim mesmo. Eu vejo que eu estou em um nível de maturidade muito maior que o pessoal que ainda lê as histórias (eu estou mais velha, mas os leitores continuam sendo jovens. Gostaria que fosse o oposto, é claro).
Se bem que... todo escrever não deixa de ser uma experiência pessoal. E sempre é algo que é ao mesmo tempo frustrante e recompensador. Irritante e calmante. Também li (no livro do Barthes, que foi o mesmo que me falou do Mallarmé), que ter talento é reconhecer as suas limitações. Estou tentando descobrir quais são as linhas que eu não posso forçar e aquelas que eu consigo dobrar.
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