SINOPSE - Um encontro entre a vida e a morte, entre os dois pólos, a presença milagrosa do amor - tudo passa a ter sentido... Clarice, solitária e questionadora, conhece o romântico Klaus, portador de uma doença terminal, através de um pesadelo. De repente, ele passa a persegui-la em todos os lugares, denotando ao livro, um cunho de mistério e sensações intrigantes. Um livro rico em sentimentos que fará o leitor rir, chorar, suspirar e odiar durante toda a leitura. Uma afronta aos conservadores. Uma luz no final do túnel! Este é o primeiro livro da série – O Voo da Estirpe.
Mostrando postagens com marcador séries de livros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador séries de livros. Mostrar todas as postagens
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Voo da Estirpe
Esse eu já li e achei sensacional! Estou recomendando para todo mundo!
Marcadores:
Adriana Vargas de Aguiar,
editora,
lançamento,
livro,
Modo Editora,
originais.,
primeira publicação,
publicação,
romance,
séries de livros,
Voo da Estirpe
domingo, 14 de março de 2010
Conversa estranha com a minha cara-metade.
Já sei sobre o que você escreve, ele diz. Estou no meio de um bloqueio e qualquer idéia é bem vinda, mesmo sabendo que “lá vem coisa”.
Escreve uma série de dez livros, baseados nos doze trabalhos de Hércules. Tipo, o cara tem que fazer doze trabalhos.
Por que dez livros? É o que eu pergunto. Se o cara vai fazer doze trabalhos, por que tem que ser dez livros?
É para mudar um pouco. Tem que ser dez livros. Ou melhor, tem que ser sete.
Por que sete? Pergunto. Porque sete é o número de Deus.
Por que não três? Pensei na santíssima trindade e que três também é um dos tremendos números que têm algum significado.
Três é muito pouco, ele diz. Hoje em dia tudo tem que ser em grandes números. Ninguém mais escreve um livro só, ninguém mais conta uma história sem enrolar. Tem que ser várias partes, que é mais lucrativo.
Fiquei pensando nisso.
Escreve uma série de dez livros, baseados nos doze trabalhos de Hércules. Tipo, o cara tem que fazer doze trabalhos.
Por que dez livros? É o que eu pergunto. Se o cara vai fazer doze trabalhos, por que tem que ser dez livros?
É para mudar um pouco. Tem que ser dez livros. Ou melhor, tem que ser sete.
Por que sete? Pergunto. Porque sete é o número de Deus.
Por que não três? Pensei na santíssima trindade e que três também é um dos tremendos números que têm algum significado.
Três é muito pouco, ele diz. Hoje em dia tudo tem que ser em grandes números. Ninguém mais escreve um livro só, ninguém mais conta uma história sem enrolar. Tem que ser várias partes, que é mais lucrativo.
Fiquei pensando nisso.
Assinar:
Postagens (Atom)
